| DIRETÓRIO ESTADUAL | |
| HOMENS | MULHERES |
| ALESSANDRO SEBASTIÃO VELHO MENDES | ADRIANA DE OLIVEIRA PEREIRA |
| ALEXANDRE DO AMARAL LOPES | ADRIANA LUIZA CONCEICAO PINTO |
| ALEXANDRE JOSE DE SOUZA | ALBA REGINA PINTO DOS SANTOS |
| ANDRÉ LUIZ DA CONCEIÇÃO MARINS | ALVANIR SILVA RIBEIRO |
| ANDRE LUIZ DA CONCEIÇÃO MARTINS | AMANDA EBOLI SILVA BOTELHO |
| ANTONIO CARLOS SOARES LIMA | AMANDA SANTOS DA CONCEICAO |
| ARLINDO LUCAS RIBEIRO | ANGELA MARIA NARCISO |
| ARTHUR BILLÉ DE JESUS | ANGELA MARIA NARCISO |
| BRUNO BRITO RAMIREZ REIS | ANGELA MARIA NARCIZO |
| CARLOS ALBERTO BILLÉ DE JESUS | BIANCA PESSOA |
| CARLOS EDUARDO B LISBOA | CLEANE S. OLIVEIRA |
| CARLOS EDUARDO SILVA DO NASCIMENTO | CONCEIÇÃO DE MARIA DOS SANTOS RODRIGUES |
| CHARLES ALEXANDRE LIRA JOSUE | DEBORA VALERIO GABRIEL |
| CHARLES DA SILVA MARMELO | DULCINEA LUIZA DA CONCEICAO PINTO |
| CLAUDIO HENRIQUE SANTOS DA SILVA | ELIANA FREITAS |
| CONRADO BUENO RIBEIRO GOMES | ELIANE V. GABRIEL |
| DANIEL VIEIRA SANTAREM | ELZA VELHO MENDES- |
| EDMILSON DA SILVA DIAS | GABRIELA VALÉRIO GABRIEL |
| ENES CARDEAL DE JESUS JÚNIOR | GISELE CARDOSO DA SILVA |
| GABRIEL SILVA RIBEIRO | GLORIA LÚCIA DELFINO SILVA |
| GILBERTO RAMOS CEZAR | JACILENE DE MORAES FERNANDES |
| GUILHERME DOS SANTOS RODRIGUES | JOSELI MARIA DA SILVA |
| HENRIQUE SILVA DO COUTO | JULIANA MARTINS SANTINI |
| IGOR NUNES CORREA | LANA GOMES DA SILVA |
| JORGE ALBERTO FERNANDES DE OLIVEIRA | LEA LÚCIA RIBEIRO BILLÉ |
| JORGE OLINTHO DE OLIVEIRA MARINS | LUCIMAR PEIXOTO NEVES |
| JOSE DE OLIVEIRA MASCARENHAS | LUDMILA PINTO DE QUEIROZ |
| MARCELO DOS SANTOS SILVA | MARIA APARECIDA JULHO |
| MARCELO SILVA DO COUTO | MARIA AUXILIADORA DE JESUS GOMES |
| MARLON RAMOS DO AMARAL | MARIA DAS DORES GOMES SOARES |
| MAXWELL CAVALCANTI DE ARAUJO | MARIA DAS GRAÇAS BILLÉ DE JESUS |
| PAULO ROBERTO DE SOUZA GONÇALVES | MARIZE MARIA FRANKLIN MASCARENHAS |
| RAFAEL FARIAS DE SOUZA | MONICA CONCEIÇÃO MARINS BILLÉ |
| RICARDO GUERRERO MENDONÇA | OLÍVIA GOMES DA SILVA |
| ROMULO DINIZ DE FARIAS | PATRÍCIA DELFINO SILVA |
| SEBASTIÃO MACHADO | RENATA ARAUJO BATISTA GOMES |
| SÉRGIO CARDIOSO JÚNIOR | SANDRA CRISTINA DOS SANTOS |
| SERGIO TEIXEIRA DA SILVA | SANDRA CRISTINA DOS SANTOS PENHA |
| VANDERSON DA SILVA | TAINÁ TITO DA SILVA |
| WILLIAN RIBEIRO LIMA | TASSIA RABELO DE PINHO |
| CONSELHO FISCAL | |
| HOMENS | MULHERES |
| JACOB CARVALHO DA SIVA | MARIA DAS DORES GOMES SOARES |
| JOAO SILVERIO ALVES FILHO | VANIA DE OLIVEIRA |
| JOÃO VITOR DE SOUZA MEDEIROS | WARLEY DA SILVA |
| PAULO HENRIQUE ROCHA | YANNES MATOS DE SOUZA NETO |
| COMISSÃO DE ÉTICA | |
| HOMENS | MULHERES |
| FELIPE MARANHÃO CANAVEZEZ LORDELO | ANGELINA FARIAS DA CONCEIÇÃO |
| MARCELO JOSE CORREA DE CARVALHO | CLARA VALESCA GONÇALVES DA SILVA |
| VINICIUS DA SILVA GARCIA | HERYKA CRISTINA BRAGA PORCINIA |
| LUCIANA LUIZA DA CONCEICAO SILVA | |
| NATHALIA EBOLI SILVA BOTELHO | |
25 de agosto de 2013
Chapa Estadual - PED 2013
Confira quem são os militantes do PT que fazem parte da chapa do Movimento PT para o PED deste ano:
5 de agosto de 2013
Direitos Humanos para a população LGBT
Por Marco Rocha*
Quando
falamos em diversidade sexual, necessariamente estamos lidando com um componente
da existência humana, que pressupõe um mínimo de condições básicas para se
desenvolver de uma forma saudável.
No aspecto subjetivo, tudo que impede alguém de viver a
sua liberdade, de explorar as suas possibilidades e de conquistar uma cidadania
plena e pulsante deve ser combatido, portanto essa é a nossa causa.
Contudo,
para fazer acontecer de verdade, precisamos de instrumentos que organizem essas
demandas em nossa vida concreta. A pauta dos Direitos Humanos visa justamente
inserir essas questões no conjunto da sociedade.
Tratando especificamente das lésbicas, dos gays, dos
bissexuais, das travestis, dos transexuais e dos trangêneros (LGBT’s)
observamos uma permanente violação desses direitos mais básicos, orientada por
preconceitos seculares, um inconsciente coletivo historicamente autoritário e a
utilização extensiva da violência como mecanismo para solução de conflitos.
Nesse sentido, algumas ações vêm sendo desenvolvidas.
A política nacional LGBT passou a contar com o conhecido "tripé da
cidadania", uma demanda histórica do movimento LGBT, composto pelo
conselho Nacional LGBT, pela Coordenação Nacional da Política LGBT e pelo Plano
nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT’s.
O Plano lançado em 2009 e analisado na II Conferencia Nacional LGBT em 2011,
permite novas perspectivas em termos de políticas públicas. Em paralelo seguem
outras ações que, direta ou indiretamente, consolidam os avanços obtidos em
2011: a criação de um método especifico de denuncia, através do Disque Direitos
Humanos (Disque 100); a instalação, a
partir de 2012, de 20 centros de referencia em Direitos Humanos que têm como público
alvo a população LGBT; o Reconhecimento da Constitucionalidade da União Estável
Homoafetiva, através de decisão do STJ; o reconhecimento de vários juízes de
primeiro grau pela conversão de união estável homoafetiva, registrada em
cartório para casamento civil; entre outros.
Além
disso, é importante destacar um grande avanço na pauta do combate à homofobia. O
Termo de Cooperação Técnica para articulação e implementação de políticas de
Enfrentamento às Homofobias, firmado entre a Secretaria de Direitos Humanos, o
Ministério da Justiça e Secretarias Estaduais de Segurança Publica, Defesa
Social e/ou Secretarias Estaduais de Justiça e Direitos Humanos está em
processo de assinatura por 22 estados ( Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia,
Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba,
Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina,
Sergipe e Tocantins). Além disso, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República continua em processo de sensibilização
dos demais estados para firmar esse compromisso e conta com a colaboração da
sociedade civil, para incentivar os governos estaduais à adesão.
MINUJIN
(2003) ressalta que "A sociedade deve reconhecer a iniqüidade para que o
desnível social seja efetivamente extinto. Se a discriminação continua, a
diversidade deixa de ser um fator de oportunidade, para se transformar em uma
representação da discriminação". Essa diretriz nos faz refletir sobre qual
é o papel do Estado e da sociedade na erradicação da miséria e da violência.
E falar em violência, indiscutivelmente é falar de preconceito, de racismo, de
machismo e de homofobia.
Faz-se necessário a construção e
a ampliação de medidas protetivas e promocionais para a cidadania LGBT, de
forma que a erradicação da homofobia deixe de ser ação pontual de governos
simpáticos à causa e torne-se política estrutural e estruturante de um Estado
laico, com políticas públicas para toda a população e transversal na defesa e
na promoção de seus Direitos Humanos. .
* Marco Rocha é ator, militante do Movimento LGBT, vice-presidente da União Meritiense da Diversidade Sexual, membro do Movimento PT-RJ e escreveu
esse texto a partir das discussões travadas na II Conferência Nacional LGBT,
organizada pela SDH/PR em 2011.
Presidenta Dilma sanciona Estatuto da Juventude
Ao sancionar o Estatuto da Juventude, nesta segunda-feira (5), a
presidenta Dilma Rousseff garantiu que o governo vai usar a lei para
implementar políticas públicas que assegurem o pleno exercício da
cidadania para os jovens.
Confira o discurso:
Baixe o Estatuto na íntegra!
Fonte: Blog do Planalto
Luciana Mandelli assumirá diretoria na Fundação Perseu Abramo
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| Luciana Mandelli, historiadora, feminista e militante do Movimento PT |
Feminista, historiadora e militante do PT, Luciana Mandelli há nove anos
mora na Bahia, onde integra a Direção Estadual e também o Coletivo de
Mulheres do partido. Indicada pelo Diretório Nacional do PT para
integrar a atual diretoria da Fundação Perseu Abramo (FPA), ela
participou da construção do Projeto de Juventude do Instituto Cidadania,
militou no movimento estudantil e em campanhas eleitorais, como a que
elegeu Lula Presidente em 2002.
Luciana tomará posse na próxima reunião do Conselho Curador da
Fundação, que ocorrerá em setembro, e entrará na diretoria da FPA para
substituir Ariane Leitão, que assumiu a Secretaria de Políticas para as
Mulheres do governo do Rio Grande do Sul. Ficará responsável pelo Centro
de Documentação e publicações relacionadas à memória e também para
articular a mobilização sócio-política e relação com movimentos sociais.
Para Luciana, a FPA é “instrumento fundamental do PT e sistematiza
não só nossa história, mas também cria espaços privilegiados de
formulação política e de aproximação com variados setores, a começar
pela ampliação dos debates acadêmicos”.
Fonte: Fundação Perseu Abramo
4 de agosto de 2013
Ministra Maria do Rosário defende que investigação do caso Amarildo foque na ação da polícia
A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, disse sexta (2) que é “preocupante” o fato de o desaparecimento do pedreiro
Amarildo de Souza, no Rio de Janeiro, ter ocorrido depois de uma
abordagem policial. Segundo ela, o inquérito deve ter como principal
linha de investigação a responsabilização dos agentes policiais.
“Nos preocupa, sobremaneira, a abordagem policial e o posterior
desaparecimento. A abordagem policial com o posterior desaparecimento
leva à responsabilidade do desaparecimento, toda a investigação, o
inquérito com a hipótese clara, concreta de que seja uma
responsabilidade dos agentes públicos, do abuso de autoridade, da
violência policial, algo com o qual não podemos mais conviver”, disse a
ministra.
Segundo ela, a secretaria está acompanhando o caso e ofereceu
acompanhamento externo ao estado do Rio de Janeiro. “Queremos acompanhar
com os órgãos de direitos humanos e o conselho de direitos humanos”,
frisou a ministra.
O pedreiro Amarildo de Souza desapareceu no último dia 14 de julho
depois de ser retirado da porta de sua casa por policiais militares e
levado para a sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Para Maria
do Rosário, o episódio não representa a falência do processo de
pacificação de comunidades, mas demonstra a necessidade de melhorar a
relação da polícia com a comunidade.
“Não acredito que demonstre isso [a falência do processo de
pacificação]. Demonstra que sempre temos que melhorar. Mesmo em
comunidades pacificadas devemos procurar construir uma cultura de
polícia que esteja próxima. A polícia tem que ser o mocinho. Tem que
estar junto com as pessoas da comunidade. Não pode abordar um
trabalhador e ele desaparecer”, frisou a ministra.
Fonte: Agência Brasil
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